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30 erros comuns na dieta

5 dez

Oi galera…hoje achei uma matéria interessante sobre 30 erros que fazem a gente engordar e ainda prejudicam nossa saúde, são eles:

1. Não tomar café da manhã. Algumas pessoas não têm tempo para tomar o café da manhã, outras, simplesmente não têm fome. Depois de um jejum de, no mínimo, seis horas, o corpo precisa de energia para seguir suas atividades.

2. Tomar muito café ao longo do dia. Um cafezinho fresco é algo irresistível para boa parte dos brasileiros; ele quebra a rotina e representa uma pausa agradável entre as tarefes do dia. Mas como tudo em excesso é prejudicial, com ele também não poderia ser diferente.

3. Cortar o carboidrato radicalmente da alimentação. Essa é uma técnica que algumas pessoas usam tentando emagrecer alguns quilinhos. Segundo a nutricionista Elaine de Pádua, a primeira resposta do corpo é mesmo o emagrecimento. Mas depois de certo tempo, começam os problemas.

4. Pular refeições. Com a correria do dia a dia, pular uma refeição acaba sendo um erro bastante comum. “Devemos comer de três em três horas para fazer com que o organismo entenda que ele não vai ficar sem energia, assim, evitamos com que ele armazene em forma de gordura ao invés de queimar”, explica Paula. O indicado é tentar fazer, em média, uma refeição a cada três horas, sempre com opções pouco calóricas

 5. Não comer verduras e legumes. Segundo Luis Claudio Benevenuto, nutricionista e professor da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), o fato de não inserir legumes e verduras é prejudicial porque o corpo terá uma menor ingestão de fibras. “As fibras ajudam com a sensação de saciedade. Se a pessoa não ingere fibras, vai acabar comendo outras coisas que não deveria. Além disso, elas controlam o colesterol, a glicose no sangue, e funcionam como um fator protetor

6. Comer muita pimenta. Para quem gosta de uma boa pimenta, não há limites para ardência. E, segundo a nutricionista Livia Hasegawa, até certo ponto a pimenta pode até ser benéfica, porque possui substâncias antioxidantes. “Além disso, a pimenta vermelha é termogênica, ou seja, tem um efeito de acelerar o metabolismo”. Mas o excesso não é recomendado. “Para algumas pessoas, pode levar a alterações no estômago, a uma gastrite ou piora da mesma”

7. Comer um doce no lugar de uma refeição. “Nunca devemos trocar um doce por um prato de comida, o doce possui carboidratos simples que libera açúcar no sangue muito rápido. Além do aumento de peso, ele pode gerar picos de glicemia altos, gerando mal estar”, reforça a nutricionista Paula

 8. Exagerar nos alimentos light. Muita gente se joga nos alimentos light sem ao menos ler a tabela nutricional presente na caixinha. De acordo com Paula, o principal problema dos alimentos light é a quantidade de sódio. “Sempre olhe no rótulo e veja se o sódio é menor do que 100 mg. O sódio ajuda na retenção de líquidos, aumento de pressão e estética defeituosa do corpo como a celulite”

 9. Dieta da sopa. Quem quer emagrecer rapidamente muitas vezes acaba cortando de vez os alimentos sólidos. Mas segundo os especialistas este tipo de restrição pode acarretar uma série de problemas. “Se você comer só sopa, não está trabalhando a mastigação, que é o momento em que o corpo libera uma série de substâncias e enzimas importantes e manda a mensagem para o cérebro da saciedade”, explica Elaine

 10. Comer muita carne vermelha. Comer carne vermelha em excesso também é um erro comum, especialmente para pessoas que não gostam muito de frango ou peixe. “A carne vermelha possui gordura saturada, isso faz com que o organismo aumente as taxas de colesterol e pode também gerar doenças cardiovasculares com o entupimento de veias. O ideal é consumir carnes magras de duas a três vezes na semana”, reforça Paula

 11. Excluir radicalmente a carne vermelha do cardápio. Para quem não é muito chegado em carne vermelha, ou é vegetariano, a atenção ao cardápio também deve ser redobrada. “A principal preocupação em não ingerir carne vermelha é não conseguir suprir a quantidade de minerais necessários para o organismo”, alerta Paula. Ela explica, no entanto, que se a pessoa tiver uma alimentação variada e rica em nutrientes, é possível excluir a carne e manter a saúde

 12. Comer massa no almoço todos os dias. Quem tem um pezinho na Itália e não dispensa uma boa macarronada, no lugar do brasileiríssimo arroz e feijão, deve ficar de olho na saúde. “Um prato só de macarrão deixa de ter as fibras e minerais de um prato mais variado. Além disso, pode ser um prato bem mais calórico, dependendo do molho. É um prato rico em amido, que é um carboidrato que nos dá milhares de moléculas de glicose

 13. Não variar nos legumes no prato . “Uma alimentação rica em nutrientes, é uma alimentação colorida. Quanto mais colorido, mais nutrientes antioxidantes ele tem”, explica Paula. Segundo ela, o prato ideal tem sempre ter cinco cores diferentes

 14. Não comer frutas. Desde crianças, ouvimos que as frutas são ricas em fibras e vitaminas. Só que no dia-a-dia nem sempre conseguimos incluí-las na alimentação. A nutricionista Paula alerta: “as frutas deixam o organismo forte e resistente. As fibras o deixam em equilíbrio, filtrando as toxinas e garantindo seu bom funcionamento”

 15. Não mastigar bem. Comer rápido é uma característica do mundo moderno e, às vezes, para ganhar alguns minutos, muita gente mal sente o gosto da comida. “Não mastigar os alimentos leva a um processo de má digestão e ainda a um maior consumo de calorias, já que a sensação de saciedade leva de 15 a 20 minutos para acontecer”, explica Livia. Ela ressalta também que o ideal é mastigar de 20 a 30 vezes o alimento ou até que ele fique sem grandes pedaços sólidos

 16. Tomar muito refrigerante. De acordo com a nutricionista Paula, o refrigerante não só contribui com o aumento de peso pela quantidade açúcar, como também pode trazer outros problemas. “Os lights e diet podem ser prejudiciais pelo excesso de adoçantes. O ideal é deixar para consumir aos finais de semana de maneira controlada ou substituir por sucos naturais sem açúcar”, orienta

 17. Tomar líquido na hora da comida. Muito se discute sobre o ato de ingerir líquidos na hora da refeição – o maior medo das pessoas é engodar. Mas segundo o nutricionista Luis, um copo de 200 a 250 ml durante a refeição não vai atrapalhar em nada. “O problema é que as pessoas tomam muito durante a refeição e, se exceder, isso pode atrapalhar na absorção dos nutrientes

 18. Não tomar água. “Corpo desidratado pode gerar um envelhecimento precoce e danos nas células, causando um desequilíbrio no organismo”, explica Paula. Ela ressalta que o líquido é responsável por funções metabólicas em diversas sínteses do organismo

19. Beber líquido em excesso. “Beba quatro litros de água por dia e seja saudável” – quem nunca leu essa frase estampada em alguma revista e acabou acatando a máxima como uma verdade absoluta. Segundo o nutricionista Luis, pecar pelo excesso pode comprometer o processo de digestão. “A água é o nutriente mais importante do organismo, porque toda reação química depende de água. A boa ingestão de água ao longo do dia faz com que você segure um pouco a alimentação

20. Beliscar o dia todo. O hábito de beliscar é um problema para muita gente. Além de ser uma das causada da obesidade, o ato pode acabar virando uma constante e trazer diversos problemas. “Beliscar alimentos calóricos pode gerar um aumento de peso e a compulsão alimentar”, indica Paula

21. Comer em grande quantidade. Para garantir a boa forma não é preciso parar de comer, mas sim, saber fazer escolhas inteligentes e ter bom senso na hora de montar um prato de comida. “O ideal é fracionar as refeições. Quando consumimos muitas calorias de uma só vez, a chance de ingerir excessos é muito grande e isso faz com que nosso organismo estoque em forma de gordura”, explica Paula

22. Tomar muito chá verde com o objetivo de emagrecer. De acordo com a nutricionista Elaine, o chá verde tem sim seus benefícios. “Ele possui o epigalato 3, uma sustância que tem uma ação termogênica, ou seja, acelera o metabolismo. Mas a quantidade é pequena, varia entre 5% e 10%”, observa. O que significa que tomar chá verde o dia todo não é a solução para o emagrecimento

23. Tomar shakes para substituir as refeições. Os famosos shakes são bem atraentes por prometerem a sensação de saciedade de forma rápida e pouco calórica, mas os especialistas não incentivam o hábito. “O shake é um produto processado, o que foge da ideia de uma alimentação natural. Tomar shake ainda pode levar a um período menor de saciedade e inclusive à deficiência de algum nutriente, como vitaminas e minerais”, explica Livia

24. Mistureba no prato. Quem nunca cometeu exageros na hora da fome no restaurante por quilo? Basta dar uma olhadinha nos pratos mais lotados para se comprovar a presença de arroz, macarrão, comida japonesa, feijoada e muitas outras combinações um tanto quanto estranhas. A prática, no entanto, é um erro, segundo explica a nutricionista Paula. “O ideal é consumir um grupo de alimentos a cada refeição. A mistura de grupos acaba deixando o prato mais calórico”

25. Se segurar o dia todo e compensar na “gula’ à noite. De acordo com a nutricionista Elaine, este é um péssimo hábito, especialmente porque à noite o metabolismo fica mais lento. “É o momento do dia em que você tem que comer menos, porque não vai ter um gasto de energia considerável, e seu corpo esta se preparando pra descansar. Além disso, o fato de comer muito pode causar insônia e pesadelos”, pontua

26. Misturar dois carboidratos no prato . Apesar de esta combinação ser uma das grandes vilãs das dietas, a nutricionista Paula explica que a mistura pode ser feita desde que as porções sejam divididas de forma que somem uma porção. “Por exemplo, se for comer purê de batatas, coma apenas duas colheres de sopa, com duas de arroz”, orienta

27. Almoçar ou jantar cada dia em um horário. Para quem tem rotina, fica fácil se organizar para fazer as refeições todos os dias no mesmo horário. Mas para quem tem um trabalho um pouco mais atípico isso já fica mais difícil. O maior problema nesse sentido é o período de jejum que se forma, segundo o nutricionista Luis. “As pessoas acabam comendo muito mais do que deveriam, fica aquele sentimento de ‘pobre de mim, posso tudo porque fiquei o dia todo sem comer'”

28. Mastigar chiclete o dia todo. Mastigar, mastigar e mastigar, sem mandar nada para o estômago. Este é outro hábito que está sempre na mira dos especialistas. “Toda vez que a pessoa mastiga o chiclete, acaba ativando a produção de enzimas na boca, e a tendência é cada vez ter mais fome”, ressalta Elaine. Para quem não abre mão do hábito, o indicado é optar pelas versões sem açúca

29. Comer ração humana no lugar de uma refeição. A ração humana virou uma febre há alguns anos, quando surgiu com a promessa de saciar a fome e ajudar na perda de peso. No entanto, segundo a nutricionista Livia, não deve ser consumida com o intuito de emagrecimento. “Além disso, o consumo dos mesmos ingredientes todos os dias acaba enjoando e até mesmo gerando um processo alérgico”

30. Excesso de açúcar e de sal. Estes são alguns dos maiores vilões da alimentação. “Além de aumentar o peso, o açúcar acaba aumentando o triglicérides. O ideal é substituir por adoçantes naturais, açúcar mascavo ou mel”, indica Paula. Já o sal em excesso é o inimigo da pressão alta e dos problemas cardiovasculares, além de contribuir para a retenção de líquido. “Substitua por temperos naturais e coloque o sal apenas no momento da refeição

“Eu sou 12 por 8” na Cia

1 out

Oi galera, como esta sua pressão hoje?

A minha está muito bem obrigada :D. A Companhia Athletica mais uma vez traz para seus alunos uma campanha se conscientização, desta vez é a vez da pressão arterial.

O nome da campanha é “Eu sou 12 por 8” criada pela Sociedade Brasileira de Cardiologia para conscientizar a população sobre os benefícios de manter a pressão arterial em níveis adequados e sobre os riscos da hipertensão. O grande desafio da campanha é que as pessoas percebam os benefícios de ter uma pressão normal ou controlada e a gravidade da hipertensão não tratada, façam um diagnóstico precoce e não abandonem o tratamento. No Brasil, estima-se que apenas 10%, dos cerca de 30 milhões de hipertensos existentes, façam o controle adequado da hipertensão.

Para quem não sabe Hipertensão arterial ou pressão alta ocorre quando a pressão que o sangue exerce nas paredes das artérias para se movimentar é muito forte. A pessoa é considerada hipertensa quando a pressão arterial está maior ou igual a 14 por 9. Se não tratada, a pressão alta pode provocar derrames cerebrais, doenças do coração, como o infarto, insuficiência cardíaca (aumento do coração) e angina (dor no peito), insuficiência renal ou paralisação dos rins e alterações na visão que podem levar à cegueira.

As pessoas com excesso de peso, que não têm alimentação saudável, ingerem muito sal, não fazem atividades físicas, consomem muita bebida alcoólica, são diabéticas ou têm familiares hipertensos correm maior risco de serem hipertensas. A maioria das pessoas com hipertensão não apresenta nenhum sintoma no início da doença. Por isso, é chamada de doença silenciosa. A única forma de saber se a pressão está alta é verificando regularmente, com aparelhos calibrados e profissionais preparados.

Segue abaixo um quadro com os níveis de pressão arterial:

Para maiores informações veja no site http://www.eusou12por8.com.br

Uma foto com Alessandra Fernandes, que sempre acreditou nas Pochetinhas 😀

 

 

Você sabe o que come?

26 set

Você tem o hábito de ler a tabela nutricional dos alimentos que consome? Ou ler somente a quantidade de calorias que tem no produto? (como eu) 😛

É importante saber ler o rótulo dos alimentos, porém muitas pessoas (como eu) não conseguem compreende-las de maneira correta. Isso acontece devido a normas que obrigam a declaração de várias informações, o que acaba deixando os rótulos super complicados. Por exemplo, o que significa aquele valor de %VD que aparece geralmente na tabela nutricional?

No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, é responsável pela regulação dos rótulos dos alimentos. De acordo com suas regras, é obrigatório constar neles valor energético, porção, medida caseira e quantidade por porção de carboidratos, proteínas, gorduras, fibras e sódio do alimento. Entenda cada item e componha uma alimentação saudável para você e sua família:

Porção: É a quantidade média recomendada para consumo daquele alimento dentro de uma dieta saudável. Geralmente, aparece em gramas ou mililitros. Preste bem atenção nesse item, porque os dados presentes no rótulo são sempre para uma porção, que pode ser, por exemplo, duas fatias de pão de forma, ou 50 gramas. Se você tem o hábito de consumir apenas uma fatia, divida os valores da tabela pela metade.

% VD : A sigla significa percentual de valores diários e indica quanto o produto apresenta de energia e nutrientes para uma dieta de 2000 calorias (kcal) ou 8400 quilojoules (kJ). “Uma sopa de pacotinho contempla 30% das necessidades diárias de sódio. Isso é muito. Será que não é melhor comprar legumes e fazer uma sopa caseira com bastante potássio e pouco sódio?”, recomenda a nutricionista Patrícia Campos.

Medida caseira: Ao lado da porção, aparece essa informação muito importante, já que a maioria das pessoas não tem balança à mão para pesar os alimentos. Uma porção de cereal matinal tem 30 gramas, ou ¾ de uma xícara de chá. É para facilitar a vida do consumidor. Os termos mais usados nesse item são fatia, xícara, pote, unidades, copo e colher de sopa.

Valor energético: É a energia que nosso corpo produz por meio dos carboidratos, proteínas e gorduras totais presentes em uma determinada porção de alimento. São as famosas calorias. Mas essa informação também pode aparecer em quilojoules (kj). Aí é preciso lembrar que 1 kcal equivale a 4,2 kJ. A necessidade diária desse nutriente para um adulto saudável é de 2.000kcal ou 8.400 kJ.

Carboidratos: A principal função desse componente é fornecer energia para as células do nosso corpo. Mas o que não é utilizado pelo organismo é armazenado em forma de gordura. Por isso, é preciso ficar de olho no %VD para não exagerar. Eles estão mais presentes em pães, massas, arroz, farinhas, tubérculos e doces. A necessidade diária para um adulto saudável é de 300 gramas.

Proteínas: Atuam na construção e manutenção dos tecidos e órgãos do nosso organismo, como os músculos, e ainda dão sensação de saciedade, o que ajuda a comer menos. Por gastar mais energia ao serem process¬adas, elas aceleram o metabolismo, gerando um maior gasto calórico. Mas precisam ser consumidas na medida certa, caso contrário financiam o ganho de peso. Por isso, olho vivo mais uma vez no %VD. As proteínas são encontradas principalmente em carnes, ovos, leguminosas — feijões, soja, ervilha –, leite e seus derivados. A necessidade diária é de 75 gramas.

Gorduras totais: São excelentes fontes de energia e ainda ajudam na absorção das vitaminas A, D, E e K. Esse valor na tabela engloba a soma de todos os tipos de gorduras encontradas no alimento, as de origem animal e vegetal. É um dos itens que mais merecem atenção. O consumo além da conta vai, com certeza, inflar os pneus. Isso porque 1 grama de carboidrato fornece 4 calorias, enquanto a mesma quantidade de proteína, 9 calorias. A necessidade diária de gordura para um adulto saudável em uma dieta de 2000 calorias é de 55 gramas.

Gorduras saturadas: São as encontradas em alimentos de origem animal, como carne, pele de frango, queijos, toucinho, leite integral e manteiga, entre outros. Atenção redobrada nesse item, porque o exagero pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Por isso, muita moderação na hora de ingerir alimentos com alto %VD. A necessidade diária não passa de 22 gramas.

Gorduras trans: É o elemento que mais deve ser controlado e, se possível, evitado. Também conhecidas como ácidos graxos trans, essas gorduras estão disponíveis em alimentos industrializados, como margarinas, biscoitos, cremes vegetais, sorvetes e salgadinhos prontos, que têm gordura vegetal hidrogenada na sua preparação. Elas não desempenham nenhuma função no organismo e ainda são grandes inimigas do funcionamento do coração. Repare que, inclusive, não há %VD dessa substância na tabela, pois sua ingestão não deve ser estimulada. A Anvisa recomenda que não se consumam mais de 2 gramas desse componente num dia.

Fibra alimentar: Diferentemente das gorduras, as fibras devem ser vistas com muito bons olhos. A ingestão delas é fundamental para o organismo. Elas ajudam a controlar as taxas de glicemia e de colesterol, melhoram o trabalho do intestino e, de quebra, aumentam a sensação de saciedade. Portanto, procure consumir alimentos com alto %VD dessa substância. Elas estão em vários tipos de alimentos de origem vegetal, como frutas, hortaliças, feijões e cereais integrais. Vinte e cinco gramas por dia já trazem todos esses benefícios.

Sódio: Presente no sal de cozinha e em alimentos industrializados — salgadinhos de pacote, molhos prontos, embutidos –, o sódio atua na regulação hídrica e até no funcionamento do cérebro. Mas, em excesso, pode ser bastante prejudicial, provocando retenção de líquidos e aumento da pressão arterial. Por isso, os hipertensos devem controlar o consumo desse nutriente. O bom mesmo é evitar alimentos com %VD de sódio elevado. A necessidade diária é de 2400 miligramas.

Todos devidamente instruídos? Vamos começar a ler os rótulos 😀

Fonte: cyberdiet, dinheirama, saude.abril e nutrir-se.

Pochetinhas grávidas e saradas

20 set


As pochetinhas estão grávidas….calma, calma, somente uma de nós, a Alessandra. Ela está esperando o Josué, o mais novo pochetinho :D, o sobrinho mais mimado de Manaus.
Em vista disso, este post é especial para as pochetinhas grávidas de todo o mundo, sobre a relação gravidez e exercício físico.
E saibam que gravidez não é sinônimo de sedentarismo, então Alê e pochetinhas grávidas que estão lendo o post nada de desculpas :D, vamos botar os bebês para mexer.

Pesquisas comprovam que a prática moderada de exercícios físicos ajuda no desenvolvimento do bebê e mantém a forma física da gestante. Durante a gestação, os exercícios ajudam a fortalecer a musculatura do corpo da mulher. Mas nem todos são recomendados durante a gravidez. As atividades físicas que exigem muito esforço físico ou que têm risco de acidentes (ciclismo e corrida) devem ser evitadas. Deve-se fazer atividades leves e com pouco impacto, como uma caminhada (com um tênis adequado), hidroginástica, bicicleta ergométrica, ioga, entre outros.


A ioga, na gravidez, é excelente! Todos os fundamentos de respiração, meditação, alongamento e fortalecimento muscular ajudam a gestante a sentir menos dores e câimbras durante a gestação. Além disso, esses aprendizados são muito otimizados na hora do parto, ajudando-a a encarar esse momento com um melhor autocontrole da situação. A respiração e a meditação serão importantíssimas na hora das contrações, e a força e o alongamento, na hora final do parto (a hora que a mãe tem que fazer aquela força boa para o neném nascer).

Andar de bicicleta também é ótimo para a preparação do parto! Ao sentar no selim (que é o banquinho da bicicleta), ocorre automaticamente um alongamento e fortalecimento da musculatura do períneo (a musculatura lá de baixo). Assim, na hora do parto, essa musculatura lá de baixo conseguirá ter uma força maior para ajudar no nascimento, e mais elasticidade de seus tecidos, desta forma se adaptando melhor ao parto.

As vantagens dos exercícios são: melhorar o inchaço na pernas, evitar que a gestante ganhe muito peso na gravidez, prevenir de doenças como pré-eclâmpsia (pressão alta no final da gravidez), diabetes e problemas respiratórios, melhora sintomas de depressão e ansiedade, a qualidade do sono, dores nas costas, prisão de ventre, fadiga, além de ajudar a manter seu humor mais estável e sua auto-estima e seu sono em dia.

Dicas hiper, ultra e mega importantes:
Procure orientações do seu médico para verificar a possibilidade da realização de exercícios físicos durante a gravidez.
Assim que decidir pela atividade física busque um educador físico atualizado em exercícios para gestantes. Lembre-se que muita atividade não é sinônimo de benefício ao corpo.
Faça sempre uma alimentação balanceada sem excesso de carboidratos e doces

Fonte: mulhersaude, brasil.babycenter

Corrida Henrique Archer Pinto: Dicas

17 set

Oi Pessoal, quanto tempo que não passo aqui!! A Carols acabou por manter esse blog atualizado, porque se dependesse de mim, ele ficaria “ás moscas” rsrsrsrs…

Mas eu vim para divulgar algumas dicas que o Portal Amazônia publicou para quem vai correr dia 23/9, próximo domingo, na corrida Henrique Archer Pinto.

As pochetinhas estarão presentes o//

Segue as dicas:

Por estamos na Amazônica uma região com clima quente e úmida, é recomendável usar o trio: óculos escuros, boné e protetor (um protetor labial também é importante). Não corra com roupas justas ou apertadas. Prefira correr com vestimentas soltas e leves para não comprometer seu desempenho na prova. Uma alimentação balanceada também é muito importante e comer uma banana antes da prova ajuda a evitar cãibra durante a competição.

Dê uma atenção especial para o calçado que você vai usar. Dê preferência aos que possuem solado gel, porque é um tênis que tem flexibilidade, ventilação. Além disso, é importante que o tênis tenha um prendedor de cadarço, pois pode ocorrer que em uma competição o cadarço desamarre e isso dificulte voltar a amarrar – explicou o professor de educação física, Marcelo Conceição.

Cineminha

14 set

Hoje é sexta-feira, dia do tradicional cinema com o more…mas sempre fico em dúvida do que comer sem prejudicar minha dieta.

Então segue abaixo umas dicas que encontrei na net:

 

Peça as porções pequenas: uma embalagem pequena de pipoca salgada (100 gr) tem em média 448 calorias e 14,50 gramas de gordura, mas pode chegar a 550 calorias, se você adicionar manteiga. Um copo de refrigerante de 300 ml tem em média 120 calorias e o grande (750 ml) tem cerca de 300 calorias. O melhor é beber água!

Prefira pipoca sem manteiga: manteiga é caloria pura, me disse meu endocrinologista. Fora que ela tem gordura saturada e colesterol.

Reduza a quantidade de sal: o sal é sódio, que causa retenção de líquidos e faz a gente inchar. Fora que quanto mais sal, mais sede você sente. E se você tiver pego um refrigerante normal, vai acabar matando a sede consumindo mais calorias ainda.

Evite refrigerante: refrigerante é altamente calórico e dá celulite! Refrigerantes diet, apesar de ter a quantidade de calorias reduzida, possuem adoçantes artificiais, que podem prejudicar o organismo. O melhor mesmo é beber água. Ou então um suco de frutas.

Não coma fast-food: não preciso nem falar né? Se você está de dieta, fuja dos McDonald’s da vida que têm opções altamente calóricas e prejudiciais ao corpitcho ideal.

Cachorro-quente, só se for do simples: o pão do cachorro-quente não é pra quem está de dieta. E nem a salsicha. Se você gosta do completo, vixxx… batata palha, purê de batata, milho, bacon, maionese, catchup, queijo: tudo errado, tudo engordativo demais!

Pegue leve no chocolate: lembre-se que chocolate é calórico! Se não resiste a uma barrinha, saiba que quanto mais amargo melhor. E quanto menor, melhor também!! E fique longe de confeitos, tipo M&M’s, porque você pode acabar perdendo a noção de quanto comeu. Um pacote de 200 gramas de M&M’s possui 984 calorias e 44 gramas de gordura.

Seja razoável: escolha apenas um alimento e uma bebida. Pense na quantidade de calorias que você pode vir a ingerir! Pense no tempo que vai ter que ficar na esteira até queimar tudo! Pense no panceps e nas pochetes!

Olha que bacana essa lista de calorias que eu encontrei:

  1. Pipoca com manteiga (100gr), 680 cal.
  2. Pipoca simples (100 g), 497 cal.
  3. Chicken pop corn (130 g), 311 cal.
  4. Algodão-doce Snow Sugar (pote com 35 g), 140 cal.
  5. Mini pão de queijo (1 unidade), 39 cal.
  6. Sonho de valsa (1 un.), 113 cal.
  7. M&M´s chocolate (100 g), 492 cal.
  8. Mentos stick (Fruit ou Mint,1 un.), 12 cal.
  9. Coca-Cola (500 ml), 212 cal.

 

 

Fonte: corpoacorpo

Pochetinhas vegetarianas

4 set


Existem pessoas que não gostam de carnes ou simplesmente não querem ingeri-las por algum motivo. Assim, a dieta vegetariana é adotada e, nestes casos, deve-se prestar muita atenção na quantidade de proteína e calorias ingeridas, pois a deficiência destes pode levar a uma desnutrição, anemia, entre outros.
Se a dieta vegetariana estiver balanceada e correspondendo às quantidades adequadas de proteínas e calorias, não há problema em trocar o cardápio de carne por um vegetariano.
A troca pode ser ruim se a dieta for mal planejada e/ou muito restrita, podendo contribuir para o surgimento de deficiências nutricionais. O maior problema está em atingir a necessidade de proteína sem a inclusão de carnes. Para tal é necessário uma combinação de inúmeras fontes.
Se você resolver adotar a dieta vegetariana só por uns tempos para desintoxicar o organismo deve tomar cuidado com o aporte de proteínas, se está sendo adequado ou não. Deve-se dar preferência a outros alimentos que contém proteína de alto valor biológico como o leite, ovos e derivados para não haver deficiências nutricionais, mesmo que por um curto período.
Se você resolver adotar a dieta vegetariana de uma vez por todas deve tomar o cuidado de optar por uma dieta que permita alimentos como ovos, leite e derivados, pois os alimentos de origem animal possuem proteína de alto valor biológico, essencial para o organismo. Alimentos à base de soja são freqüentemente utilizados para substituir essas fontes. Deve-se estar atento para que as quantidades estejam suprindo as necessidades do organismo para não haver deficiências.
Quais os alimentos que não podem faltar numa dieta ovo-lacto-vegetariana?
Todos exceto a carne. No caso de uma dieta vegetariana, os grãos tomam um papel mais importante, devendo aparecer com maior freqüência.

Quem prática exercício duas ou três vezes por semana pode adotar a dieta vegetariana sem prejuízos? Quais os cuidados que a pessoa deve adotar?
Sim, desde que planeje refeições que forneçam calorias adequadas para suprir suas necessidades energéticas e faça no mínimo seis refeições por dia. É importante também que as quantidades sejam moderadas. Para praticantes de atividade física é importante ter uma refeição equilibrada. Os carboidratos (pães, cereais, arroz, macarrão, batata, etc.) são utilizados preferencialmente como fonte de energia, além da proteína (agora de grãos integrais, soja, ovo, leite e derivados) tendo sua participação mais discreta, porém importante. Para a recuperação a alimentação pós atividade deve conter pelo menos uma fonte de cada destes nutrientes. As vitaminas e minerais (frutas, hortaliças e alimentos integrais) também são importantes por participarem de todas as reações orgânicas, além de atuarem como antioxidantes.

E os atletas, podem ser vegetarianos sem prejuízo?
Devido à restrição de alimentos, os vegetarianos, de forma geral, têm mais dificuldade em ganhar massa muscular. A creatina, por exemplo, substância que garante o abastecimento de energia durante a contração do músculo, só é encontrada na carne, frango e peixe. “O corpo até a produz naturalmente, mas em cerca de 1 g por dia. E a necessidade pode variar de 3 g a 5 g”, diz Bruno Gualano, pesquisador da Escola de Educação Física e Esporte da USP. A falta da substância só será compensada com o uso moderado de suplementos — indicados para vegetarianos que praticam esportes de alta intensidade, como futebol, basquete, musculação, corridas e natação de curta distância (até 50 m).

Proteínas, gorduras, ferro e vitaminas, como a B12, podem ser compensadas por doses extras de grãos, legumes, frutas, sementes e óleos vegetais. No fim das contas, seja vegetariano ou carnívoro, o que conta é uma dieta rica e balanceada. Aí, na união de forças, todo mundo ganha.

Veja o menu saudável para esportistas vegetarianos e outro para carnívoros:

 

Para as pochetinhas que são ou que querem adotar a vida vegetariana é extremamente recomendado que procure um nutricionista para fazer uma dieta balanceada e não ficar doente.

Fonte: http://revistagalileu.globo.comhttp://www.vegetarianismo.com.br e http://vegetarianismocahon.blogspot.com.br

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